Há muito tempo, existia um pequeno vilarejo situado no alto de uma montanha. Este vilarejo era conhecido por sua beleza e por seus moradores felizes e receptivos. Todos levavam uma vida simples, com suas plantações e suas profissões artesanais. Aos domingos, todos se reuniam na grande praça da cidade para oferecer os produtos do plantio em uma grande feira. Os comerciantes mais bem sucedidos, como o barbeiro Ângelo e o alfaiate Miguel, sempre abriam as portas mais cedo para receber os clientes que chegavam à feira. Bem organizados e autossustentáveis, viviam em completa harmonia, cada um a sua maneira.
No ponto mais alto do vilarejo, se encontrava uma árvore grande e frondosa. Essa árvore era a responsável pela felicidade daquele lugar. Seus frutos brotavam ano após ano, revelando-se grandes maçãs. Segundo Miguel, as maçãs que caíam dessa linda macieira se transformavam em criaturas extraordinárias. Eram miniaturas “peludinhas” com grandes olhos, capazes de extrair os sentimentos mais profundos de cada um. Eram apelidadas de Matrokas e utilizavam de toda a sua inteligência para divertir e emocionar todas as pessoas ao seu redor. Eram capazes de pular grandes distâncias, leves como uma pena. Faziam daquele vilarejo um lugar irresistível, mostrando com o seu canto as lindas noites de verão. E eram assim que as energias se renovavam e invadiam todas as casas, fazendo com que outro dia começasse alegre e contente, como se fosse único.

No ponto mais alto do vilarejo, se encontrava uma árvore grande e frondosa. Essa árvore era a responsável pela felicidade daquele lugar. Seus frutos brotavam ano após ano, revelando-se grandes maçãs. Segundo Miguel, as maçãs que caíam dessa linda macieira se transformavam em criaturas extraordinárias. Eram miniaturas “peludinhas” com grandes olhos, capazes de extrair os sentimentos mais profundos de cada um. Eram apelidadas de Matrokas e utilizavam de toda a sua inteligência para divertir e emocionar todas as pessoas ao seu redor. Eram capazes de pular grandes distâncias, leves como uma pena. Faziam daquele vilarejo um lugar irresistível, mostrando com o seu canto as lindas noites de verão. E eram assim que as energias se renovavam e invadiam todas as casas, fazendo com que outro dia começasse alegre e contente, como se fosse único.

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